domingo, 7 de junho de 2009

Saudade!


Saudade do tempo em que riamos como crianças, voávamos como borboletas e cantávamos de mãos dadas ou através de um mecanismo, que não era nem uma eliminação bimolecular nem uma substituição nucleofílica, era muito mais simples do que complexos mecanismos de orgânica, era uma forma mágica de falar a 3 a partir de um telemóvel…
Saudade de quando nos deitávamos ao sol e parecia que o mundo era perfeito, aquele imenso céu azul era o nosso limite. Sinto falta do olhar, do sorriso, do abraço confortante quando a lágrima teima em cair…
O sentimento não muda mas a distância incomoda e trás a saudade com ela.

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